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A gigantesca estatal brasileira decidiu: ?quem quiser, prepara as malas ? mas com aviso prévio?. Brincadeiras à parte, a Petrobras aprovou recentemente um novo programa de desligamento voluntário (PDV) com público-alvo de aproximadamente 1.100 empregados.

Mas calma: não é uma demissão em massa tipo ?acabou-contrate outro?. Vamos dissecar o que está rolando.

O que está em jogo

Um pouco de histórico para entender o pano de fundo

Os prós desse PDV


Os contras (e os ?poréns?) ? porque não existe almoço grátis



O que acompanhar de agora em diante


Conclusão com sorriso na cara


Então, se você for funcionário aposentado pelo INSS da Petrobras e ainda ?na ativa? por lá, talvez receba um convite simpático e formal: ?Quer dar um passo de lado, mais liberdade, menos pressão diária? Ótimo ? se quiser, sai com estilo, e nós deixamos a porta aberta para o futuro?.

Enquanto isso, para o Brasil e para o mercado, é mais um capítulo da metamorfose de uma estatal que tentou ser gigante, passou por crises, escândalos, reformas, e agora ? com certa dose de humor corporativo ? busca se ?encantar de novo?: menos burocrática, com cabeça mais renovada, tentando equilibrar custo com talento.

Pode parecer estranho falar de ?renovação gradual? e ?transição de carreira? enquanto se trata de desligamentos voluntários ? mas bem, nos tempos corporativos isso é o mesmo que dizer: ?Quer sair? Ótimo ? se quiser, você sai com dignidade. E nós abrimos caminho para o futuro?.

Se eu fosse comentarista de setor (bem nerd, por certo), diria: ?Fiquem de olho ? esse é mais um ensaio de como a Petrobras vai administrar seu capital humano nos próximos anos. E se der certo, talvez o próximo PDV seja para outros perfis??. Mas esse é papo para outra hora.